De repente, num espaço atemporal Repleto de nada, num vácuo absoluto Desceu um jato de tinta, ríspido, bruto Lançando a órbita da temática inicial. Entitulou-se o poema da Existência E a primeira gigante estrofe, arcaica Até o último dos versos, ela ainda marca Pontos que indicam toda a transcedência. E os observadores curiosos, em simpatia Estudam as características da linguística Como quem elaborasse um projeto de nanorobótica E como quem visita Marte, lê a poesia Viaja em imaginação, refaz toda sua política Defronte uma artística regurgitação cósmica.
Seguidores
Cientistas utilizaram uma câmera de infravermelho a bordo do telescópio espacial Spitzer para fazer uma “leitura” de uma parte do espaço dentro da órbita de Phoebe, uma das luas de Saturno.O anel é praticamente invisível por telescópios que utilizam luz, já que é formado por uma fina camada de gelo e por partículas de poeira bastante difusas. As partículas estão tão distantes umas das outras que mesm
o se você ficasse em pé em cima do anel, não o veria. Os cientistas acreditam que a lua Phoebe é que contribuiu com o material para a formação do anel gigante, ao ser atingida por cometas.
A órbita do anel está a 27 graus de inclinação do eixo do principal e mais visível anel de Saturno.
Os cientistas acreditam que a descoberta do anel poderá ajudar a desvendar um dos maiores mistérios da astronomia – a lua Iapetus, também de Saturno, que foi descoberta em 1671, que percebeu que ela tinha um lado claro e outro bastante escuro, como o conhecido símbolo Yin-Yang.
O anel gira na mesma direção de Phoebe e na direção oposta a Iapetus e às outras luas e anéis de Saturno. Com isso, o material do anel colide constantemente com a misteriosa lua, “como uma mosca contra uma janela”.



